terça-feira, 27 de setembro de 2011


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Prioridade normal Asbran defende novos hábitos para evitar desperdício de alimentos

27 de setembro de 2011
Asbran defende novos hábitos
para evitar desperdício de alimentos

No Brasil, a cada ano, até 70 mil toneladas de alimentos têm o lixo como destino segundo relatório de 2008 da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). De acordo com a FAO, 64% do que é plantado no nosso país é descartado. 
 
Não faltam estudos para apontar o alto desperdício de alimentos pelos brasileiros. As pesquisas mostram que há desde falha no processo de armazenamento e transporte, como insensibilidade de consumidores até falha na educação alimentar. Compramos mais do que consumimos e não sabemos reaproveitar. 
 
Enquanto jogamos comida fora, existe 1 bilhão de pessoas aguardando um prato de alimento todos os dias, segundo dados da Federação Internacional da Cruz Vermelha (FICV). O desperdício de alimentos é, na verdade, uma chaga que precisa ser curada em todo o mundo. 
 
"Estamos atrasados para mudar nossa postura", diz a diretora da Associação Brasileira de Nutrição (Asbran), Jacira Conceição dos Santos. Ela defende ações permanentes de educação que promovam mudanças na rotina diária do brasileiro. "Podemos evitar desperdício de alimentos, colaborando para nossa saúde física e financeira, mas para isto temos de assumir algumas atitudes que talvez levem tempo para se tornar novo hábito, pois um hábito só pode ser criado através da repetição do novo comportamento", avalia ela, que é nutricionista da Asbran.
 
"Vale escrever na agenda, no quadro de avisos da casa, do trabalho, deixar bilhetes e tudo o mais que possa chamar sua atenção e das pessoas que estão à sua volta para o novo comportamento, novos caminhos, novos locais de compra e novas receitas para o dia a dia", enumera.
 
Ela dá algumas dicas importantes para auxiliar na mudança de comportamento, como organizar cardápios de almoço, jantar e lanches intermediários. Na hora de ir ao supermercado, leve uma lista de compras com as quantidades que a família vai consumir no período estipulado e não faça compras com pressa. 
 
Só com tempo se pode avaliar a preservação das embalagens, verificar a data de validade, preço, novos produtos e verificar temperatura de conservação das carnes e congelados. Legumes e frutas adquiridos em feiras ecológicas são mais duráveis porque não foram armazenados, são orgânicos (livres de agrotóxicos) e são alimentos da estação do ano. Portanto, mais adequados para a saúde. 
 

 
Fonte: Ascom/Asbran


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Um comentário:

  1. Joana, essa materia deveria ser enviada a todas as pessoas envolvidas em segurança alimentar no municipio.

    abços,

    Maria Claudia

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